quarta-feira, 15 de abril de 2015

TAREFA A SER ENTREGUE NO DIA 28 DE ABRIL

1. Segundo NEVILLE et al (2004), os cistos radiculares possuem na maioria dos casos os seguintes aspectos histológicos: " o cisto é revestido por epitélio escamoso estratificado, de espessura variável. A luz é preenchida por líquido e células descamadas. A cápsula do cisto consiste em tecido conjuntivo fibroso denso com infiltrado inflamatório contendo linfócitos em quantidades variáveis, misturados a neutrófilos, plasmócitos, histiócitos e, raramente, mastócitos e eosinófilos".


Baseados nesta descrição, ilustre estes aspectos com fotografias impressas da internet ou desenho com lápis de cor. Utilize aumentos distintos para que se possa ver as características citadas acima.

Para além, os cistos periapicais podem ainda conter:
a. Corpúsculos de Rushton
b. Calcificações distróficas
c. Cristais de colesterol
d. Hemácias


Identifique nas figuras abaixo estas estruturas citadas acima nas letras a,b,c,d. Estas imagens foram tiradas de sites da internet, utilizando o google e as palavras radicular cyst. Lembrem-se que elas podem ter direitos autorais.

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AULA PATOLOGIA DO PERIÁPICE I

Alunos, segue o link

https://onedrive.live.com/redir?page=view&resid=DDA431620729AC59!5714&authkey=!AFLD-l0jhBhIL00

terça-feira, 7 de abril de 2015

Atividade a ser desenvolvida na aula do dia 14 de abril

Alunos,

Segue o link de um artigo científico o qual tivemos o trabalho de traduzir do inglês para vocês e trata da questão das pulpites e a possibilidade dos pacientes desenvolverem pulpite e não sentirem dor. Leiam atentamente o artigo, procurando entender as seguintes questões:
1. O que pretendiam responder os pesquisadores com este trabalho?
2. Como procederam para responder à questão anterior?
3. O que encontraram como resultados?
4. O que poderia explicar os resultados encontrados?

terça-feira, 31 de março de 2015

TAREFA A SER ENTREGUE DIA 8 DE ABRIL

Considerando todas as lesões que vocês estudaram até agora, leia os casos clínicos abaixo, formulem hipóteses diagnósticas e descrevam um quadro histológico que seja compatível com sua principal hipótese diagnóstica

CASO CLÍNICO DE Leandro Toyoji KAWATA 1 Renato Costa Franco BALDAN 2 Norberto Perri MORAES 3 Eder Ricardo BIAZOLLA: Revista Odontológica de Araçatuba, v.27, n.1, p. 14-18, Janeiro/Junho, 2006

Paciente do sexo feminino, leucoderma, 59 anos de idade, compareceu a Clínica de Estomatologia da Faculdade de Odontologia de Araçatuba-UNESP com queixa principal de “dor na boca do lado direito”. Na anamnese relatou que há 10 anos submeteuse a “adenectomia parcial da glândula submandibular direita” Na história médica relatou síndrome do pânico e alergia a penicilinas e uso regular de ácido valpróico, clonazepan e clomipramina. Quanto aos hábitos, disse que era tabagista há 20 anos. No exame físico extrabucal, foi observado aumento de volume em região submandibular direita, endurecido a palpação. No exame físico intrabucal, foi observada a presença de secreção purulenta drenando através da carúncula direita (Figura 1) e à palpação, ao longo do trajeto do ducto salivar, massa endurecida submucosa, medindo aproximadamente 2 cm no maior diâmetro. Foi observada, em radiografia oclusal, uma imagem radiopaca com aproximadamente 2,5 cm de comprimento


CASO CLÍNICO DE Manfro E Manfro, Bortoluzzi: Unoesc & Ciência - ACBS, Joaçaba, v. 1, n. 2, p. 135-140, jul./dez. 2010

Paciente do gênero feminino, 19 anos, leucoderma, procurou tratamento com queixa de lesão no lábio inferior do lado direito, com aspecto arroxeado que teria aparecido repentinamente. Quando questionada sobre o tempo em que a lesão persistia, a paciente afirmou que fazia aproximadamente sete dias. Ela mesma não soube informar quanto à possibilidade de ter ocorrido algum trauma prévio no local e também afirmou que a lesão não teria alterado de volume. No exame de palpação, observou-se o aspecto flutuante da lesão, o que juntamente com os dados colhidos na anamnese, inclinou o diagnóstico clínico para ____________________________________________


CASO CLÍNICO DE Melaine de Almeida Lawall* José Flávio Affonso de Almeida** Ana Maria Pires Soubhia*** Norberto Perri Moraes**** Gilberto Aparecido Coclete: RFO UPF 2006; 11(2):77-80

Paciente do sexo femino, leucoderma, 32 anos de idade, compareceu à Clínica de Estomatologia da Faculdade de Odontologia de Araçatuba - Unesp, com queixa principal de inchaço bilateral na região de parótida, acompanhado de dor após as refeições, boca seca, prurido e ardor ocular. Por meio da anamnese, puderam-se constatar cronicidade de aproximadamente dez anos para essa sintomatologia e história familial positiva para artrite reumatóide, hipertensão arterial e câncer de mama. A paciente relatou ainda queixa de constante fadiga, dor nas articulações das mãos, punhos e cotovelos; fazia uso de ampicilina, diclofenaco potássico, dipirona e orfenadrina, sem prescrição médica e sem apresentar melhora clínica. No exame físico extrabucal foram constatados aumento volumétrico significativo na região de parótida esquerda e ligeira tumefação em região de parótida direita (Fig. 1), além de ressecamento e pequenas fissuras labiais. Intrabucalmente, observou-se a saída de coleção purulenta na abertura do ducto da glândula parótida esquerda, após ordenha glandular. Ainda, notaram-se mucosa bucal ressecada, ligeira despapilação na porção anterior do dorso da língua, cálculo dental sobre a maior parte dos dentes, algumas lesões cariosas e halitose. Com base nesses achados clínicos, definiu-se como diagnóstico__________________________________________


CASO CLÍNICO DE Suzy Elaine Nobre de FREITAS1 Cristiane Fumiko FURUSE2 Eder Ricardo BIAZOLLA3 Josias ANDRADE SOBRINHO4: Revista Odontológica de Araçatuba, v.25, n.1, p. 53-56, Janeiro/Junho, 2004

Paciente CCO, 20 anos de idade, sexo feminino, leucoderma, compareceu ao Centro de Oncologia Bucal, Unidade Auxiliar da Faculdade de Odontologia do Câmpus de Araçatuba – UNESP, em julho de 2003. Apresentava como queixa principal o aparecimento de “uma bolha embaixo da língua”, interferindo na fonação e função mastigatória. De acordo com a paciente a lesão surgiu há aproximadamente 3 semanas, tendo inicialmente procurado auxílio médico que a encaminhou para este Centro. Ao exame clínico extra-oral, não foi detectada nenhuma alteração digna de nota. Ao intra-oral, observou-se aumento volumétrico em assoalho de boca, estendendo-se desde a região da carúncula sublingual até a região de molares, do lado esquerdo, apresentando superfície lisa, coloração azulada, flácida à palpação, indolor e não sangrante. De acordo com as características clínicas observadas, o diagnóstico clínico foi de _____________________________________

AULA: PATOLOGIA INFLAMATÓRIA DAS GLÂNDULAS SALIVARES

Estudantes, aqui tens o link para o acesso à aula:

https://onedrive.live.com/redir?page=view&resid=DDA431620729AC59!10566&authkey=!AL8YdPWdG6jPfi8

quarta-feira, 25 de março de 2015

TAREFA: DISCUSSÃO DE CASOS PARA O DIA 31 DE MARÇO

Prezados estudantes,

Vou apresentar aqui 4 casos clínicos os quais servirão para embasar a tarefa de vocês desta semana. Para cada um dos casos, vc responderão às seguintes perguntas:
1. Qual a principal hipótese diagnóstica? Cite diagnósticos diferenciais.
2. Baseado na sua hipótese diagnóstica principal, que alterações histológicas vc acredita encontrar na lâmina?
Lembro que na aula prática do dia 31, a participação de todos será importantíssima, bem como a entrega da tarefa, sempre redigida à mão.


CASO 3068











CASO 4016: LESÃO ASSOALHO DE BOCA, CONSISTÊNCIA DE CISTO









CASO 3180: 







CASO 3523: COLORAÇÃO ESBRANQUIÇADA, MACIA À PALPAÇÃO

AULA CISTOS DO DESENVOLVIMENTO NÃO ODONTOGÊNICOS

Prezados estudantes,

Segue o link da aula sobre cistos do desenvolvimento

https://onedrive.live.com/redir?page=view&resid=DDA431620729AC59!10514&authkey=!AI42Nmkwf2ER18c

http://patooralnoturno.blogspot.com/2014/09/aula-de-cistos-do-desenvolvimento-nao.html